Cheguei à conclusão de que eu sou do grupo dos que votam nos caras que "roubam mas fazem".
Depois de muito pensar, constatei um fato que, quanto mais você se aprofunda na política, mais patente fica: para que a máquina ande, a primeira engrenagem a ser movida é a da corrupção. Aqui no Brasil, a situação está a tal ponto desenvolvida, que não é possível realizar nada sem se "adequar ao esquema", porque esse esquema é o padrão. Sem isso, nenhuma obra é realizada, nenhuma melhoria é implantada, ninguém realiza nada na esfera política.
Cheguei à conclusão de que o problema do Brasil não é o PT, não é o PSDB. Não é direita, não é esquerda. O problema do Brasil é o famoso ser humano. Veja se concorda comigo:
O político eleito representa o povo.
E o povo, o que faz?
Engarrafou? Vai pelo acostamento.
Entrou uma velhinha no ônibus? Finge que está dormindo.
"Os incomodados que se mudem."
"Esse preço é pra gringo, qual o preço pra carioca?"
"Ah, não tinha ninguém vendo, peguei."
O problema do Brasil é a falta de respeito pelo outro. É a falta de educação e cuidado no trato com as coisas e as pessoas. É a falta de noção do que é meu e do que é de todos. É a falta de compaixão.
E isso não é culpa da Dilma, não é culpa do PT, nem do Aécio ou FHC.
É culpa das mães.
Quem tem que ensinar que roubar é feio é a família. Quem tem que ensinar que os mais velhos tem que ser respeitados é a família. Quem tem que ensinar que a vaga de deficiente fica vazia mesmo quando o shopping está lotado e papai não acha vaga para parar
é
a
família.
Então desde já adianto: não é votando Dilma ou Aécio que o Brasil muda. É mudando o brasileiro. Educando para a coletividade, para a solidariedade.
É corrigindo as pequenas corrupções diárias que os brasileirinhos de hoje vão entender que não dá pra manter um sistema construído à base de corrupção. Só mudando os indivíduos é que vamos conseguir mudar o país.
Mas até lá, me questiono. Quero educar meus filhos direito. Mas e os tantos outros sendo educados pra tirar vantagem em cima dos otários? Não quero que meus filhos sejam passados pra trás. E aí? #comofaz?
Depois de muito pensar, constatei um fato que, quanto mais você se aprofunda na política, mais patente fica: para que a máquina ande, a primeira engrenagem a ser movida é a da corrupção. Aqui no Brasil, a situação está a tal ponto desenvolvida, que não é possível realizar nada sem se "adequar ao esquema", porque esse esquema é o padrão. Sem isso, nenhuma obra é realizada, nenhuma melhoria é implantada, ninguém realiza nada na esfera política.
Cheguei à conclusão de que o problema do Brasil não é o PT, não é o PSDB. Não é direita, não é esquerda. O problema do Brasil é o famoso ser humano. Veja se concorda comigo:
O político eleito representa o povo.
E o povo, o que faz?
Engarrafou? Vai pelo acostamento.
Entrou uma velhinha no ônibus? Finge que está dormindo.
"Os incomodados que se mudem."
"Esse preço é pra gringo, qual o preço pra carioca?"
"Ah, não tinha ninguém vendo, peguei."
O problema do Brasil é a falta de respeito pelo outro. É a falta de educação e cuidado no trato com as coisas e as pessoas. É a falta de noção do que é meu e do que é de todos. É a falta de compaixão.
E isso não é culpa da Dilma, não é culpa do PT, nem do Aécio ou FHC.
É culpa das mães.
Quem tem que ensinar que roubar é feio é a família. Quem tem que ensinar que os mais velhos tem que ser respeitados é a família. Quem tem que ensinar que a vaga de deficiente fica vazia mesmo quando o shopping está lotado e papai não acha vaga para parar
é
a
família.
Então desde já adianto: não é votando Dilma ou Aécio que o Brasil muda. É mudando o brasileiro. Educando para a coletividade, para a solidariedade.
É corrigindo as pequenas corrupções diárias que os brasileirinhos de hoje vão entender que não dá pra manter um sistema construído à base de corrupção. Só mudando os indivíduos é que vamos conseguir mudar o país.
Mas até lá, me questiono. Quero educar meus filhos direito. Mas e os tantos outros sendo educados pra tirar vantagem em cima dos otários? Não quero que meus filhos sejam passados pra trás. E aí? #comofaz?
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